
Idol que é Idol tem que ter uma pitada de controvérsia pra engrenar, não é? Na noite de apresentações que finalmente voltou a empolgar, a performance de David Cook com a inusitada versão de Billie Jean gerou um certo desconforto para o programa. Acontece que ao final da música os juízes descarregaram elogios para o rapaz, dizendo que a forma com que ele cantou a música (num etilo de balada) foi corajosa, brilhante e
original. Mas ao que parece eles não ouviram a introdução de Ryan Seacrest, de que Cook estaria cantando a
versão que já havia sido feita por Chris Cornell, ex-Audioslave. Essa, aliás, não foi a primeira vez que o painel de jurados cometeu a gafe: na 5ª temporada ocorreu o mesmo com Chris Daughtry, depois que ele cantou a versão de Johnny Cash para I Walk the Line. No
overall a noite não decepcionou, pois o tema músicas do ano em que os participantes nasceram permitiu um programa mais dinâmico e menos engessado como estava ficando. Ainda assim, não entendo qual é o problema de Idol em ser contemporâneo. Até hoje não tivemos uma semana com músicas atuais e a próxima terá o tema "Dolly Parton". O eliminado da semana foi
Chikizie Eze e eu achei justo, pois sua apresentação foi horrível e ele estava longe de ser um ídolo da música. Até a Kristy cantou melhor essa semana com a ode ao patriotismo americano God Bless The USA. Apesar de barata, a jogada dela foi muito inteligente como Simon sabiamente sacou. Tomara que todos subam ainda mais o nível na próxima semana, mas meu favorito para ganhar já é David Cook, com ou sem versões originais.
